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Dashboards - Many Eyes e Projeto NEO - Criação Brasileira

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O que de fato conseguimos ver ao olharmos sites repletos de informações?Será que conseguimos abstrair destas ricas fontes de dados insights produtivos para o nosso dia-a-dia? Conseguimos perceber tendências olhando tabelas e mais tabelas de dados? Quais são os dados que as pessoas querem visualizar?

Se precisa saber como a visualização de dados é popular, olhe para o Many Eyes da IBM. Este site permite que qualquer pessoa, responsável por registrar, analisar, estudar tendências tenha a oportunidade de VISUALIZAR qualquer conjunto de dados nos quais coloque as mãos.

Pessoas de todo o mundo enviam 200.000 conjuntos de dados para VISUALIZAÇÃO gratuita no Many Eyes. Para ser bem justo estes números estão ligeiramente inflacionados porque, muitas vezes, o mesmo conjunto de dados é carregado várias vezes, mas ainda assim é um número impressionante.

É muito interessante olhar para as tendências, não somente para as imagens geradas pela análise.

Ainda não conheço pessoalmente a Fernanda Viégas (Ph.D pelo Media Lab, do MIT), mas admiro o produto que desenvolveu.

A Fernanda acredita que a forma como as pessoas vêem as informações e conseguem estabelecer relações entre elas faz a diferença para no debate público de idéias e o engajamento dos cidadãos na realidade. Ela 
 especializou-se em VISUALIZAÇÃO de dados e fundou, com Martin Waterbarg, o site Many Eyes, mantido pela IBM dos Estados Unidos. O site é uma experiência colaborativa que analisa os impactos das técnicas de divulgação de informações sobre o debate público.

Bem, não fui convidado a ir ao evento IBM Information - On Demand (IOD), em Las Vegas neste ano [2013], mas acompanhei alguns aspectos que me interessaram graças a uma ampla esfera técnica de social media e algumas notas de imprensa interessantes. Um anúncio que me chamou a atenção foi o Projeto Neo - visualização de dados baseado em nuvem - Uma ferramenta incubada no IBM Labs por algum tempo. Isso é particularmente interessante, uma vez que recentemente estive olhando o papel da visualização em ajudar a melhorar a interpretação dos dados.

O Projeto Neo é a resposta da IBM para a visualização de dados, além de uma excelente descoberta para os usuários de negócios. Promete ajudar aqueles que não possuem conhecimentos especializados ou treinamento em análise, para interagir visualmente com os seus dados com camadas de tendências e padrões interessantes, utilizando uma interface com instrumentos mais simples, ajudando e orientando os usuários no processo de análise. 

As versões anteriores desta ferramenta, muitas vezes exigiam a utilização de modelos de dados, criação de scripts ou a exigência do conhecimento de uma linguagem de consulta (SQL). O Projeto Neo toma um rumo diferente, ignorando tal abordagem, permitindo aos usuários fazerem perguntas diretas ao conjunto de dados bruto (incluindo CSV ou arquivos de Excel ), retornando-lhes resultados na forma de visualizações interativas.

Por exemplo, um gerente de marketing poderá fazer perguntas e descobrir através de visualizações e análises guiadas o que fez as suas vendas caírem num período específico. É lógico que atrás dos bastidores o Neo está semanticamente focado em análise de dados e aplicação de análises avançadas para determinar que conceitos existem nos dados, retornando os resultados na forma de análises, visualizações e explicações "em inglês" simples daquilo que foi descoberto. Da mesma forma também destaca as idéias dentro dos dados e sugere questões alternativas que podemos querer fazer.

Embora não tenha tido acesso a uma demonstração do produto, entendo a partir de relatórios que, sob o seu capô está o DB2 BLU para o armazenamento de dados em memória colunar e consulta, bem como a utilização do SPSS Analytic Catalyst para a engenharia preditiva, além do Rapidly Adaptive Visualization Engine ( RAVE ) como base para a sua camada de visualização. O RAVE é também a tecnologia subjacente para o Many Eyes, a comunidade online de visualização da IBM para especialistas e profissionais.

Obviamente, a IBM não é a única fornecedora deste banco de serviços de descobertas e visualizações, que ajudam a baixar o limiar das habilidades em análise de dados. O SAP's Business Objects Explorer, por exemplo, é uma palavra-chave na interface de consulta de pesquisas baseadas em linguagem natural projetada para fornecer uma maneira fácil e simples dos usuários de negócios explorarem e analisarem informações usando paradigmas de busca na Internet. Dito isso, acho que o Neo é mais provavelmente um movimento competitivo contra fornecedores como a QlikTech e o Tableau, que têm tomado a liderança neste mercado. Parte de sua proposição, e com razão, centra-se na experiência de análise do usuário, bem como na apresentação visual, realmente comunicando as relações entre os dados através de visualizações interativas. Este tem sido um mercado de sucesso para estes produtores e a IBM claramente quer uma fatia maior do bolo .

É verdade que a IBM tem muitos dos ingredientes tecnológicos necessários para fazer disso um sucesso, o uso de in-memory, o processamento de linguagem natural e as visualizações fornecem uma combinação poderosa para ajudar os usuários entenderem melhor os seus dados, mas a adição de análises avançadas (tais como as análises preditivas ), também são promessas de um prospectivo nível mais profundo a ser discernido.

As organizações que desejam ter o NEO em suas mãos, precisarão esperar um pouco. O projeto ainda está nos laboratórios em sua versão beta programada para começar no início de 2014.


Referências anteriores ao Many Eyes:


Tags: Dashboard, Manu Eyes, Brasil, Brazil, brasileira, projeto Neo, 
DB2, BLU, SPSS, Analytic, Catalyst, preditiva, Rapidly, Adaptive, Visualization, Engine, RAVE, SAP, Business, Objects, IBM, Oracle, QlikTech, Tableau, Martin Waterbarg, Fernanda Viégas


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